O silêncio no carro era espesso, pesado como a névoa que se arrastava sobre a estrada deserta. Evelyn olhava pela janela, os dedos inquietos repousando sobre o ventre, onde a vida que carregava pulsava silenciosa e frágil. A paisagem desfilava em tons de cinza, envolta por uma chuva fina que parecia querer esconder o mundo. A casa que haviam visitado momentos antes era bonita, perfeita até, com seus jardins bem cuidados e janelas amplas que prometiam conforto e segurança. Ainda