O interfone tocou novamente. Evelyn atendeu com o coração acelerado. Era Reginald.
— Vá embora, por favor. Não temos mais o que falar — disse, tentando manter o controle.
— Não vou embora até falarmos sobre esse noivado absurdo.
— Não perca seu tempo — respondeu, desligando.
O silêncio permaneceu por um instante. Até que ela ouviu o som metálico da fechadura girando.
Assustada, levantou-se. E viu Reginald entrando sem cerimônia.
— Como ousa? — exclamou, indignada. — Me dê essa