As semanas seguintes à inauguração da segunda Casa Raízes não foram marcadas por grandes acontecimentos, mas por pequenos gestos, quase imperceptíveis, que no conjunto construíam algo sólido. O tempo parecia escorrer mais devagar, como se a própria vida pedisse calma para que cada detalhe fosse absorvido.
No início, as manhãs eram de silêncio cauteloso. As mulheres recém-chegadas ainda caminhavam como sombras pelos corredores, evitando olhares, acostumadas a se encolher para não ocupar espaço.