Felipe Diniz
Eu nunca gostei de jogos. Jogos são para amadores, para homens que não têm coragem de enfrentar a verdade de frente. Eu prefiro contratos, acordos e certezas — linhas claras que ninguém ousa atravessar. Mas com Helena, não tenho escolha. Ela me obriga a jogar. E, se é jogo, eu jogo para esmagar, para vencer sem deixar restos.
As primeiras informações chegam na manhã de segunda-feira. O investigador que contratei é discreto, eficiente e caro. Vale cada centavo. Ele me envia um dossi