A sessão de autógrafos estava chegando ao fim, e as pessoas já começavam a se dispersar. Eu sorria, apertava mãos, assinava capas, mas uma parte de mim estava distante, navegando num mar de pensamentos.
Foi quando um grupo chamou minha atenção: uma família coreana, era um casal com duas crianças pequenas. Eles conversavam entre si em coreano, com aquele jeito tranquilo, cheio de gestos carinhosos. O simples som da língua trouxe um calor inesperado ao meu peito.
A mãe se aproximou com um sorriso