O relógio marcava quase sete da noite quando Amanda chegou em casa. Estava exausta, mas leve. O dia havia rendido. E pensar em Lucca — com vinho, velas e aquele sorriso torto que só ela conhecia — fazia seu coração acelerar como nos tempos de paixão adolescente.
Assim que a porta se abriu, um aroma quente e reconfortante invadiu suas narinas. Alho dourado, vinho tinto reduzido, manjericão fresco. A trilha sonora suave de Édith Piaf preenchia o ambiente, e ali estava ele: Lucca, de camisa branca