O prédio da Construtora Mancini estava em alerta máximo. Telefones tocavam sem parar, e o som constante de notificações preenchia os corredores como um zumbido ensurdecedor. Dentro da sala de crise, Amanda encarava a equipe jurídica e os comunicadores com os olhos firmes e a mandíbula travada.
— Quero uma coletiva ainda hoje — ela disse, a voz baixa, mas com a força de uma lâmina prestes a cortar. — E quero que cada palavra que sair da minha boca seja blindada juridicamente.
Às 15h em ponto, as