Amanda encarava a cidade através da imensa parede de vidro do escritório presidencial da Construtora Mancini, como se a cada arranha-céu, a cada rua emaranhada de carros lá embaixo, ela reafirmasse silenciosamente: eu cheguei aqui. São Paulo pulsava em sua eterna inquietação, mas ali, naquele novo trono de concreto e vidro, o silêncio parecia gritar verdades que palavras não davam conta.
O topo.
Ela estava ali.
No coração de um império corporativo, sobre o legado construído por homens que jamai