Amanda passou as mãos sobre os papéis espalhados à sua frente — relatórios financeiros, planilhas de custos, cronogramas de obras atrasadas. Tudo respirava urgência, peso e responsabilidade. Mas ela não recuava. Ao contrário, parecia se alimentar da pressão.
A presidência da Construtora Mancini não era simbólica. Cada decisão que tomasse ali impactaria famílias, contratos bilionários, reputações. E Amanda sabia disso. Sabia o tamanho do trono que agora ocupava. E mesmo assim, sentou-se nele com