A notícia explodiu como dinamite em plena segunda-feira.
"Executiva poderosa é alvo de investigação por fraude corporativa", estampavam os portais de finanças, seguidos por matérias ainda mais sensacionalistas nos sites de fofoca: "A Rainha de Gelo caiu?", "Laura Delmont sob investigação", "Vazamento de dados expõe segredos da alta cúpula empresarial".
O celular de Laura vibrava sem parar — notificações, ligações de repórteres, acionistas, conselheiros exigindo explicações. Mas ela não atendia