Lucca ficou parado na porta, imóvel, enquanto o táxi desaparecia no fim da rua. O som do motor se afastando era como uma sentença. As mãos tremiam. O peito doía como se algo tivesse sido arrancado à força. Amanda se foi. E não havia ninguém a quem culpar além dele mesmo.
Ela tinha ido embora... por causa dele.
Por palavras impensadas que agora pareciam facas afiadas, por decisões frias que, na época, ele achava racionais — e que agora soavam cruéis. Ele quis protegê-la de tudo, menos do própr