Selene Castiel
Passei o resto do dia naquele quarto como uma prisioneira de luxo. Imobilizada pelo tornozelo, limitada pela raiva. E com o nome dela pulsando dentro da minha cabeça como uma campainha incessante:
Clara.
Ele não explicou.
Não justificou.
Não se desculpou.
E isso me incomodou mais do que eu gostaria de admitir. Não porque eu precisava de satisfação. Mas porque eu odeio não saber quem está jogando no tabuleiro.
A mulher tinha um nome. E um peso. E ele sentiu. Eu vi.
Agora era noite