Arben sentou-se na poltrona mais próxima da lareira.
Blerim ofereceu café, mas ele recusou com um aceno gentil.
— Eu só quero conversar um pouco — disse ele, olhando para as mãos. — Se você permitir.
Mila respirou fundo.
Sentou-se no sofá, com as mãos entrelaçadas no colo.
— Eu quero ouvir. — Sua voz saiu firme, embora o coração parecesse pequeno dentro do peito. — Eu sempre quis entender.
Arben levantou os olhos e sorriu, um sorriso gasto pelo tempo, mas ainda cheio de ternura.
— Sua mãe… — co