O domingo amanheceu com o cheiro de café e pão fresco invadindo cada canto da casa.
Mila acordou devagar, espreguiçando-se debaixo do cobertor.
A luz entrava suave pela janela, como se até o sol tivesse decidido descansar um pouco naquele dia.
Blerim já estava na cozinha, assobiando uma melodia que ela não conhecia.
Toto, encolhido num canto, acompanhava tudo com o olhar atento — como se quisesse garantir que o café ficaria do jeito certo.
— Bom dia — disse Mila, passando os braços pelos ombros