Na manhã seguinte, Mila acordou com o som inesperado de um motor encostando diante do portão.
Por um segundo, o coração disparou — até lembrar que havia marcado com uma transportadora o envio dos objetos de Roma.
Abriu a porta ainda com o cabelo solto, sentindo o vento frio da manhã bater no rosto.
Um homem de colete laranja descia da van, segurando uma prancheta.
— Mila Dervishi? Entrega de Roma.
— Sou eu — respondeu, tentando conter o sorriso que teimava em nascer.
Assinou os papéis e observo