O carro parou diante da casa branca de portão de ferro.
O sol da tarde caía preguiçoso, tingindo o jardim de dourado. Rose olhou pela janela sem entender direito por que aquele lugar lhe parecia tão familiar — e ao mesmo tempo tão distante.
O coração batia devagar, num compasso incerto. Tudo nela era novo e velho ao mesmo tempo.
Paulo saiu primeiro, apressado, abrindo a porta para ajudá-la.
— Devagar, filha. — disse, com a voz trêmula, quase um sussurro de emoção.
Ela assentiu, apoiando-se no b