Não havia som.
Nem luz.
Nem dor.
Só o nada — um vazio branco, tão absoluto que até o próprio pensamento parecia se dissolver.
Rose não sabia se estava dormindo, sonhando ou simplesmente deixando de existir.
O corpo, quando ela tentava sentir, era só leveza.
Sem peso.
Sem forma.
Como se tivesse virado vento.
Tentou abrir os olhos, mas não havia pálpebras.
Tentou respirar, mas não havia ar.
Apenas aquele silêncio — um silêncio que gritava.
E então, veio o medo.
Aquele tipo de medo que não nasce d