O som do ferro se arrastando no chão foi o primeiro aviso.
Depois, passos. Vários.
Pesados, precisos, como se cada um viesse com a intenção de esmagar o que ainda restava de mim.
A porta se abriu devagar, e a luz do corredor cortou a escuridão como uma lâmina.
Três homens entraram primeiro — capangas, armados até os dentes. O rosto coberto, o olhar vazio.
Entre eles, um perfume doce invadiu o ar. Conhecido.
Falso.
O salto ecoou pelo chão de concreto.
E então eu vi.
— Achei que já tivesse morrid