O sol batia com força naquela manhã, refletindo na água cristalina da piscina como se quisesse provocar.
O mar lá embaixo parecia rir junto, preguiçoso, azul até o infinito.
Pedro estava deitado em uma espreguiçadeira, de óculos escuros, o cabelo bagunçado e o sorriso fácil de quem não devia nada a ninguém.
Rose, do outro lado, mexia no celular com uma expressão tão concentrada que parecia ignorar o mundo.
— Almeida… — ele chamou, o tom arrastado, preguiçoso.
— Hum? — ela respondeu, sem levanta