A noite caiu devagar, como se o céu tivesse se rendido ao amor.
O som do mar era um murmúrio constante, e o vento trazia o cheiro de sal misturado ao perfume doce das flores da ilha.
Rose estava na varanda, de costas para o quarto.
Usava apenas uma camisa branca de Pedro — grande demais, solta demais, perigosamente transparente sob a luz da lua.
O tecido dançava com a brisa, revelando pedaços de pele como se o próprio vento tivesse inveja.
Pedro apareceu na porta, apoiado no batente, observando