Eu me deitei ao lado de Léo, sentindo o calor do seu corpo. A dor de cabeça e o enjoo que me perseguiam desde o aeroporto me fizeram gemer de leve.
— O que foi, meu amor? — ele perguntou, com um tom de preocupação.
— Não é nada, Léo. Eu só estou um pouco enjoada. Acho que a comida me fez mal — eu menti, a voz trêmula.
Léo, que me conhecia tão bem, franziu a testa, com o olhar cheio de desconfiança. Ele sabia que algo não estava certo.
— Helena, por favor, me diga a verdade.
— Eu… eu