Lavei o rosto, o choque da água fria me trazendo de volta à realidade por alguns segundos. Tomei um copo de água, a garganta seca, e descemos. Não quis tomar café, e Bruna, solidária, também não o fez. Fomos passear no centro histórico, mas a beleza da arquitetura, o burburinho das pessoas, tudo passava por mim como um borrão. Meu pensamento estava tão longe, tão preso no banheiro do hotel, nas duas linhas do teste. Só queria acordar daquele pesadelo.
Almoçamos no centro, e a comida não queria