Capítulo. 33 — A noite dos lobos (Parte 2)
Antes que eu pudesse recuar, ele se levantou num movimento fluido. Suas mãos firmes encontraram minha cintura, e num instante, meu corpo colidiu com a escrivaninha atrás de mim. O móvel rangiu levemente sob o impacto, prendendo-me entre ele e qualquer possibilidade de fuga.
— Enzo… — o nome saiu como um gemido, não como um protesto.
Ele se ajoelhou, suas mãos abrindo minhas pernas com uma suavidade que contrastava com o fogo no seu olhar. Seus beijos começaram no joelho, subindo pela coxa, cad