O dia começou com o som das máquinas ao longe se misturado ao canto de um passarinho insistente que havia descoberto o beiral do chalé. Madeleine abriu a cortina devagar, como quem hesita antes de encarar o que está lá fora — mas o que viu fez com que sorrisse antes mesmo de perceber.
A estrutura do hotel já era visível da janela. O que antes era só marcação no terreno agora tomava forma. A madeira erguida parecia buscar o céu, e o metal refletia a luz tímida como se celebrasse cada centímetro