A manhã chegou com céu limpo e um brilho prateado sobre o fiorde, como se o mundo tivesse sido lavado durante a madrugada. Madeleine terminou de preparar a garrafa térmica com chá de frutas vermelhas, ajeitou os pães de centeio com queijo em um pano xadrez e guardou tudo numa sacola, junto com a câmera pendurada no ombro.
Às dez em ponto, ouviu as batidinhas discretas na porta.
— Pronta? — perguntou Emil, assim que ela abriu.
Ele usava um gorro cinza e uma mochila maior que suas costas. O nariz