Sofia
Eu desliguei o farol e deixei o carro engatado, silencioso na sombra da árvore. A casa do Rogério estava a poucos metros, e eu seguia observando a porta, contando mentalmente cada segundo desde que ele saiu.
— Ele foi mesmo murmurei, vendo o carro do Rogério dobrar a esquina.
Meu peito relaxou um pouco.
Agora só tem ela lá dentro.
Júnior ajeitou o capuz no banco do carona.
Ele parecia calmo, talvez até animado demais, como sempre ficava antes de fazer besteira.
— Você tem certeza? ele