Estela
A lareira crepitava suavemente, iluminando nossos corpos entrelaçados no tapete felpudo da sala. Estávamos cobertos apenas por uma manta grossa, com taças de vinho esquecidas ao lado e beijos quentes que pareciam durar uma eternidade.
Era como se o tempo tivesse parado só pra nós dois.
Na manhã seguinte, acordei com o cheiro de café vindo da cozinha. Guilherme estava de avental, preparando um café da manhã improvisado com frutas, pães artesanais e chocolate quente.
— Achei que minha bon