Estela
Respirei fundo e afastei o rosto após aquele beijo forçado. Limpei a boca com o dorso da mão, sentindo mais raiva do que desejo.
— Acabou, Guilherme, disse, me levantando do sofá.
Ele se ergueu também, confuso.
— Estela, espera…
— Eu não vou dormir com você. Não assim. Não depois de tudo o que você fez.
Peguei minha bolsa, ajeitei o cabelo e encarei aquele peito nu e molhado que um dia me tirou o ar agora, não passava de memória.
— Fica bem, Guilherme. Mas me esquece. Volta pro Brasil e