Gustavo
Acordei devagar, sentindo o corpo dela colado ao meu, ainda quente da noite passada. O sol entrava tímido pela cortina, iluminando o rosto sereno da mulher que tinha virado minha vida de cabeça para baixo. Passei a mão devagar pelo seu braço nu, e ela se mexeu, abrindo os olhos sonolentos, com aquele sorriso doce que sempre me desmontava.
— Bom dia, meu amor… murmurei, minha voz rouca pelo sono.
— Bom dia… ela respondeu baixinho, encolhendo-se mais contra o meu peito.
Fiquei um tempo