Ainda ofegante, com o corpo colado ao dela, rolei de lado puxando-a junto de mim. O suor em nossa pele ainda quente se misturava, e eu não queria perder o contato por nada. Beijei a testa dela, depois os cabelos, deslizando a mão pelas suas costas, como quem acaricia um tesouro.
— Meu Deus… murmurei, ainda sem fôlego. — Como eu amo você…
Ela sorriu tímida, se encolhendo contra o meu peito, e eu a abracei mais forte. Ficamos em silêncio por alguns segundos, apenas ouvindo nossas respirações se