Andréia
Assim que fechei a porta, Marlene me olhou com aquele sorriso de quem sabe mais do que diz.
— Olha só… que carinha feliz é essa, dona Andréia? — perguntou, ajeitando o pano de prato no ombro.
Antes que eu pudesse responder, Henrique veio correndo.
— Mãe! Você demorou… — Ele se agarrou em mim, e eu o abracei forte, sentindo o cheirinho de shampoo.
— Eu sei, meu amor… mas agora tô aqui. dei um beijo no topo da cabeça dele.
Henrique correu para o quarto, e eu fui seguindo Marlene até a c