Luara
Minha mãe e minha irmã me fitavam com os olhos arregalados, digerindo cada palavra que saía da minha boca sobre a noite passada. E não era para menos, até eu ainda estava processando tudo aquilo.
— Você e o soberano são irmãos? — Lívia perguntou, a voz carregada de incredulidade.
— Não de sangue, isso é óbvio — respondi, gesticulando com as mãos — Mas acho que é algo de alma, destino e todas essas baboseiras.
— Como eu não desconfiei desse colar? — Mamãe murmurou, o rosto pálido. — Fui