Conde Eros
Escuto alguém me chamar e era Fiona, sua figura etérea brilhando suavemente.
— O que está fazendo, conde? — pergunta ela, sua voz carregada de uma serenidade melancólica, quase um lamento.
— Minha eternidade não faz mais sentido sem ela — respondo, meus olhos fixos no corpo inerte de Lua, a dor me consumindo em ondas geladas e implacáveis.
— Você sabia que isso iria acontecer — afirma Fiona, sua voz suave, mas inegável, como o sussurro do destino.
— Mas isso não quer dizer que aceit