“Amar Fernando Torrenegro era tocar a chama que me aquecia e queimava ao mesmo tempo — a escolha mais bonita e, talvez, a minha maior condenação.” — Luna Castilho
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Havia algo errado. Eu não precisava de olhos para enxergar. Bastava sentir. Fernando mudou. Não no jeito como me tocava, nem no silêncio pesado que às vezes pairava entre nós — mas no espaço invisível que ele começou a erguer ao nosso redor. Uma barreira. Uma distância. E eu sabia que tinha a ver com a confissão dele. As palavras