A primeira coisa que volta depois do disoaro não é a dor. É o peso. Um peso estranho no peito, como se o ar tivesse aprendido a me odiar. Depois vem o som — abafado, distante, como se o mundo estivesse submerso. Máquinas. Passos. Vozes que entram e saem da minha consciência sem pedir permissão.
E então… ela.
Não preciso vê-la para saber que está ali.
Eu a sinto do mesmo jeito que sempre senti: como se minha alma tivesse aprendido o caminho antes do corpo. Há um silêncio específico quando Lun