“Entre as ruínas do homem feito de guerra e o toque da mulher feita de escuridão, somos dois desarmados tentando encontrar, um no outro, o caminho de volta para casa.” — Luna Castilho
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Ele disse que eu o desarmo. Não foi um sussurro tímido nem uma confissão trivial — foi uma fratura, uma rachadura na pedra. Poucas palavras, mas carregadas com o peso de um homem que aprendeu a esmagar antes de ser esmagado. Desde então, esse verbo não sai da minha cabeça. Desarmo.
Um verbo perigoso para um