"No escuro aprendi a ouvir o que o silêncio dele grita: serei abrigo — e, se preciso, a arma que o salva." — Luna Castilho
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Eu cresci no escuro. E no escuro, aprendi a ouvir o que os outros tentam esconder. O silêncio, para mim, nunca foi ausência: é confissão. É no som contido da respiração, no ranger mínimo do corpo cansado, na pausa entre uma palavra e outra, que os segredos se revelam.
Fernando acredita que mantém tudo sob controle. Que pode blindar a alma e esconder as rachaduras de mim.