A sexta-feira chegou com um ar diferente.
Pela primeira vez, acordei sem o peso de “o que será que eu vou derramar hoje?”. Em vez disso, acordei sorrindo para a tela do celular, relendo a mensagem da noite anterior.
Quando entrei na sala, Andréas já estava lá.
E, para minha surpresa, usava a camiseta preta de novo:
“RESERVADO PARA CAFÉ.”
Ele levantou os olhos e me cumprimentou com um sorriso lento.
— Bom dia, ameaça à gravidade.
— Bom dia, ditador de camisas brancas.
Ele apontou para a minh