A noite está quieta demais.
Marta sente o silêncio como se fosse uma presença ao seu lado, espessa, insistente, quase sufocante. Deitada na cama ela encara o teto com os olhos bem abertos. A pequena lâmpada de cabeceira emite um brilho amarelado e tímido, que projeta sombras nas paredes como lembranças que se recusam a desaparecer.
Do lado da cama, repousa uma toalhinha bordada com o nome Lua. Ao lado dela, outra: Jeff. Os nomes escolhidos dos filhos que estão prestes a nascer. A única coisa qu