O cheiro de Marta ainda parece morar ali. Na mansão silenciosa, ele paira no ar como um fantasma sutil, uma lembrança viva e cruel. Ao empurrar a porta de casa, Jonathan não diz uma palavra. Nenhum gesto. Só atravessa o saguão como uma tempestade muda. Seus passos ecoam duros no mármore frio.
Sobe as escadas com pressa, abre a porta do quarto com brutalidade contida, joga as chaves na cômoda como quem lança um fardo, e arranca a camisa com força, como se o tecido estivesse contaminado, como s