O som da buzina curta rompe a tranquilidade da tarde, cortando o ar parado como um sinal de boas novas. No terreiro seco e bem varrido do sítio, a poeira se ergue levemente quando a caminhonete estaciona sob a sombra esparsa de um ipê frondoso. As flores, já escassas pela estação, caem em silêncio como se preparassem o cenário para algo que vai além do comum.
Darlene salta do carro com uma energia que beira o exagero, os braços abarrotados de sacolas coloridas, como quem retorna de uma expediçã