A casa dorme.
O silêncio é absoluto, denso, sufocante. Cada parede carrega o eco de risos que não existem mais. Marta recolheu-se. Eduardo partiu. O mundo lá fora continua, mas aqui dentro… o tempo parou.
Jonathan está sozinho no corredor. De pé, diante da porta que não ousava tocar. A porta que esconde, atrás de si, o coração partido que ele nunca teve coragem de encarar.
O antigo quarto de hóspedes.
O quarto dela.
A chave gira em sua mão suada. Ele hesita. Respira fundo. O coração aperta como