O céu, naquele início de manhã, se rasga num tom de ouro líquido. O sol surge com uma força quase simbólica, como se até o universo soubesse que algo importante está prestes a acontecer. Os raios invadem os vitrais altos da mansão Schneider como mensageiros silenciosos, iluminando os corredores frios com uma luz quente, quase sagrada. Há algo no ar. Algo que não se pode explicar com palavras, apenas sentir. Como um presságio. Como um recomeço.
No quarto principal, a imagem é de um amor sereno e