Jonathan afunda mais um copo de whisky na garganta enquanto a mansão se fecha no silêncio ensurdecedor da ausência de Marta. Os olhos dele, vermelhos de bebida e raiva contida, vagam perdidos pela sala. Tudo ali tem cheiro dela, traços dela. E ele, como um furacão desgovernado, destruiu o que mais amava.
Pega o celular, com os dedos trêmulos, e liga para o seu piloto pessoal.
— Prepare o jato. Agora. — a voz arrastada não deixa espaço para argumentações.
— Destino, senhor?
— Campos do Jordão.
S