A noite cai como um véu cúmplice sobre a mansão Schneider, mas dentro do quarto principal, nenhuma escuridão consegue ofuscar o brilho da cena que se desenha.
Marta está sentada na beira da cama, os cabelos soltos, a camisola simples colada ao corpo ainda marcado pela maternidade. Jonathan, de joelhos no chão, luta com as peças do bercinho portátil, franzindo a testa como se estivesse montando uma arma secreta. Ambos riem baixo, trocando olhares que falam mais do que mil promessas ditas. Mas q