O telefone toca no console do carro, e Islanne atende no segundo toque, ainda presa no engarrafamento lento que arrasta a manhã pelas ruas da cidade. Do outro lado da linha, a voz de Jonathan soa leve, mas atenta.
— Não se preocupe em correr, Irmã. Pode tirar o dia de folga. Hoje tô com os nossos pais no grupo, eles queriam ver o andamento de tudo pessoalmente.
Ela agradece, mas a voz carrega um tom vago. Um “obrigada” que mais parece um alívio contido do que uma gratidão genuína. Ela precisava