A madrugada avança como uma brisa morna, e dentro da mansão Schneider o tempo parece suspenso. A chuva fina tamborila nos vidros das janelas, compondo uma melodia suave que ecoa como um sussurro de tranquilidade. Jonathan caminha em passos lentos pela sala silenciosa, ainda com a mente alerta. O som de cada gotejar lá fora é como um lembrete: o mundo não parou, mas aqui dentro... ele escolheu pausar. Apenas por hoje.
Ele sobe as escadas devagar, guiado pela luz tímida dos abajures, e ao entrar