A porta da sala executiva se abriu com um clique seco. Rui entrou com os ombros retos, olhar firme, uma pasta debaixo do braço. Jonathan, sentado atrás da imponente mesa de carvalho escuro, levantou os olhos, exausto, mas decidido.
— Rui, a gente precisa conversar... — sua voz saiu áspera, cansada.
— Pois não. Como advogado do grupo, estou à disposição. — Rui respondeu sem hesitar, formal, frio. Nenhum traço da antiga camaradagem.
Jonathan franziu o cenho, incomodado com a distância no tom do a