A mala está pronta. As chaves já estão sobre a bancada. Mas Eduardo não consegue dar o primeiro passo para fora daquela casa. O corpo dele, em brasa, sabe antes da mente que ele não pode ir embora sem ela. Sem sentir o gosto, o cheiro, o vício que é Darlene. Ele precisa de mais uma mordida. Só mais uma. Ou talvez todas.
Ela aparece na cozinha com a expressão inocente de quem não faz ideia do que está prestes a acontecer, vestindo apenas uma camisola leve, com a calcinha visível por baixo. Um er