Guilherme
Quando vi o nome do JP piscando na tela do celular, eu já sabia que vinha merda. Ele não me ligava por qualquer coisa. Muito menos depois de eu ter deixado claro que a paciência tava no fim.
— Fala — atendi, a voz seca.
Do outro lado, silêncio por dois segundos. E quando ele falou, já veio cuspindo gasolina.
— A garçonete tava mesmo envolvida. E tem mais: apareceu uma loira aqui agora há pouco, falando com ela. Russa. Marca da Bratva na clavícula.
Meu maxilar travou.
— Você tem certeza